Posts Tagged ‘limão’

Hurricane


2010
03.05

Ingredientes

60ml de rum claro
60ml de rum escuro
60ml de suco de maracuja
30ml de suco de laranja
suco de meio limão
1 lance de grenadine
açúcar (ou xarope de açúcar)
fatia de laranja e cereja para decorar

Modo de Preparo

Esprema o suco de limão na coqueteleira e adicione o restante dos ingredientes. Bata bastante.
Coloque no copo Hurricane e decore com 1/4 de fatia de laranja e uma cereja.

crédito da imagem: bigberto

Gin Tônica


2010
02.19

Ingredientes

1 dose de Gin

1  rodela de limão

gelo

água tônica

Modo de Preparo

Usando um copo de long drink, coloque o gelo e a rodela de limão e a dose de Gin. Complete com a água tônica.

crédito da foto: scaredykat

Bloody Mary


2010
01.22

Elegante, sua origem não poderia ser outra senão a Paris dos anos 20. O autor da bebida foi o americano Peter Petiot, que comandava o balcão do Harrys New York Bar, que até hoje funciona no número 5 da Rue Doneau. Com a beberagem, Patiot atendeu a pedidos de compatriotas que visitavam a França e pretendiam levar para os Estados Unidos, então submetidos à Lei Seca, uma bebida cuja aparência e odor mascarasse o teor alcoólico e fosse, ao mesmo tempo, fácil de preparar.

Batizada inicialmente com o pouco sutil nome de Bucket of Blood (Balde de Sangue), apenas em 1934, quando passou a ser preparada também nos Estados Unidos, a mistura recebeu o nome atual, mais precisamente no bar do Hotel St. Regis Sheraton, na esquina da Rua 55 com a 5ª Avenida, em Nova York. O Sheraton propagandeia em seus cartões de endereço a paternidade do drinque. O nome americano, segundo a mais plausível das versões, seria uma referência a rainha Mary I, da Inglaterra, que, devido à implacável perseguição aos protestantes puritanos, no período da restauração do catolicismo apostólico romano, no século XVI, tornou-se conhecida pelo apelido de Bloody Mary ou Mary, a sanguinária, numa tradução livre.

crédito da foto: BitchBuzz

Ingredientes

1 dose de vodca
4 ou 5 doses de suco de tomate
1 pitada de sal para temperar
molho inglês
pimenta do reino
gotas de limão

Modo de Preparo

Misturar todos os ingredientes e despejar num copo tipo “Long Dring”. Decorar com uma fatia de limão.

Daikiri


2010
01.22

Crédito da foto:Mike_fleming

Existem duas versões sobre sua origem. A primeira conta que ele surgiu por volta de 1900 em uma mina de ferro controlada pelos americanos e chamada Daiquiri, em Santiago de Cuba. O engenheiro Jemiings S. Cox teria criado a bebida e distribuído drinques aos mineiros, sob o pretexto de que aquele era um perfeito remédio para combater a febre amarela.

Outra versão diz que os soldados cubanos que combatiam os colonizadores espanhóis, no final do século passado, carregavam na cintura um pequeno odre de couro contendo uma mistura de rum branco e suco de limão. Chamavam-na de “elixir da valentia”. Depois dos espanhóis, foi a vez de os americanos invadirem a ilha, entrando pela Praia de Daiquiri.

Os novos invasores logo aprovaram a mistura, mas adicionaram gelo picado para aliviar o calor escaldante da região e batizaram o drinque com o nome da praia em que estavam.

A popularização do coquetel aconteceu pelas mãos do lendário barman do La Floridita, em Cuba, Constantino Ribalagua.
Ingredientes

2 doses de rum branco
1 dose de suco de limão
1 colher (chá) de açúcar
1 lance de grenadine

Modo de Preparo

Coloque quatro cubos de gelo numa coqueteleira, adicione o rum, o suco de limão e o açúcar e agite bem. Sirva em um copo de coquetel, derramando um lance de grenadine.

Nota do autor – Experiente trocar o suco de limão, por morango em pedaços. Soque o morango com um pilão e faça a substituição.

Dry Martini


2010
01.22

História do drinque

Uma dose de gim e cinco gotas de vermute ou duas doses de gim e uma de vermute? Limão ou azeitona? A discussão sobre a receita original do Dry Martini – o drinque mais clássico e pedido do mundo – tem a idade do próprio. Teria sido inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker, em Nova York, pelo barman John Martini, para atender a um pedido do magnata americano John D. Rockefeller, que desejava algo simples mas diferente. A partir daí, a mistura ganhou o mundo como um coquetel excitante, com sabor de viagem.

A polêmica sobre a sua receita original é tão grande que, em uma de suas passagens pelo célebre Harry’s Bar, de Veneza, o escritor americano Ernest Hemingway se saiu com a seguinte tirada: “Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um Dry Martini. Eu garanto: em menos de 5 minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gim e vermute está errada”.

E a questão não chega a ser resolvida nem no livro – isso mesmo, o drinque já mereceu um livro – do expert americano John Doxat, Stirred, Not Shaken[bb] (algo como mexido, nunca agitado). Doxat sugere que a proporção ideal do vermute, para uma dose de gim, é apenas a da sombra da garrafa sobre o copo – ou seja, nada de vermute. Outro apaixonado pelo drinque, o cineasta espanhol Luis Buñuel, registrou em seu livro de memórias, Meu Último Suspiro, sua receita favorita, que exigia poucas gotas de vermute Noilly Pratt sobre pedras de gelo, adicionando-se em seguida uma dose de gim. James Bond, o agente 007, degustava nos filmes uma variante da bebida, com vodca e vermute. De todo modo, algumas regras são universalmente reconhecidas. “O vermute tem de ser bem seco”, explica o expert Derivan Ferreira de Souza, sócio do restaurante Bistrô, em São Paulo, e autor do livro Drinques de Mestre (Editora Ática). “E nunca se deve pôr a casca do limão dentro da taça.” Discussões e fórmulas à parte, a preparação do coquetel, mesmo simples, é um verdadeiro ritual.

Crédito da foto: Ken30684

Ingredientes

2 doses de dry martini[bb]

gelo

sal

limão

2 doses de London Gin

3 gotas de angostura

azeitona para decorar

Modo de Preparo

Prepare uma taça de coquetel previamente resfriada, com sumo de limão passado nas bordas e, depois, sal fino num prato raso para a necessária aderência. Feito isto, numa coqueteleira[bb] ponha 4 pedras de gelo e 2 doses de `Dry Martini`, apenas revolvendo, sem agitar, até sentir que o Martini sujou o gelo. Despejo fora o Martini e acrescento 2 doses de London Gin (de preferência o da marca Saphira que vem numa garrafa azul). Novamente revolvo o gelo já com o gosto do Martini por 20 segundos e despejo o Gin paladarizado com o Martini na taça, sem o gelo. Acrescento um `twist` de casca de limão, três gotas de angustura e, finalmente, a famosa azeitona no palito.

Dry Martini

O copo

Escolha uma taça[bb] de haste fina e bordas delicadas e deixe-a no congelador por alguns minutos.

O gelo

O coquetel deve ser preparado num copo misturador, o chamado mixing glass. Ponha entre quatro e seis pedras de gelo inteiras – evite pedaços picados, que derretem facilmente. Gele bem o copo e escorra o excesso de água.

O gim

Despeje sobre o gelo uma dose generosa de gim – inglês, é claro -, que você pode escolher entre o Gordon’s, o Tanqueray, o Beefeater ou o Bombay, todos na lista dos melhores.

O vermute

Pingue sobre o gim cinco gotas de vermute, de preferência o clássico francês Noilly Pratt.

A mistura

Com uma colher longa – a de bar se chama bailarina -, dê algumas mexidas rápidas e vigorosas. Lembre-se: o drinque é apenas mexido, nunca batido.

Ao servir

Tire a taça do congelador e, usando um coador de bar[bb], despeje o drinque na taça.

O Dry Martini é sempre servido sem o gelo.

O limão

Corte uma fina casca de limão, retirando com cuidado a polpa branca. Em seguida, torça a casquinha de modo que o sumo do limão caia sobre a mistura. Passe a casca em toda a borda da taça e jogue-a fora. Espete uma azeitona verde com um palito e coloque no drinque.

Receita de Dry Martini, Muito simplificada.

Ingredientes

1 medida de vermute seco
9 medidas de dry gim
Gelo
Azeitona

Modo de preparo

Coloque o gim sobre as pedras de gelo, mexendo para gelar a bebida.

Retire o gelo da taça e pingue o vermute seco, girando a taça para que percorra suas paredes.

Coloque uma azeitona espetada num palito.