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2 cubos de gelo
1/2 colher pequena de açúcar
1 dose de absinto
complete com suco de laranja puro.
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Misture todos os ingredientes em um copo longo.
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2 cubos de gelo
1/2 colher pequena de açúcar
1 dose de absinto
complete com suco de laranja puro.
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Misture todos os ingredientes em um copo longo.
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1/2 dose de vodka
1 dose de suco de laranja
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Misture a vodka e o refrigerante, adicionando cubos de gelo.
A mistura de hortelã com bebidas é muito antiga. A exemplo do Bullshot, o Mojito teria sido criado por um inglês em alto-mar. A diferença, nesse caso, é que a história deste drinque era contada nos bares cubanos por ninguém menos que o escritor americano Ernest Hemingway. Segundo ele, o almirante e aventureiro inglês Francis Drake, o primeiro homem branco a aportar em inúmeras ilhas do Pacífico Sul, apaixonado pelos aromas da hortelã, teria sido o primeiro a misturar a planta com boas doses de rum.
Crédito da foto:miamism
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1 dose Rum Branco
1 lance de suco de limão
1 colher (chá) de açúcar
Club soda
4 folhas de hortelã
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Amasse o hortelã e açúcar e adicionar o suco de limão e o rum. Mexa.
Encha o copo com gelo quebrado e complete com a club soda.
Sirva com canudo e mexedor
Seco, sóbrio e elegante. Assim pode ser definido esse coquetel, que homenageia a trepidante e charmosa ilha de Nova York. Nos balcões dos bares, os experts contam que o Manhattan teria surgido mesmo nos Estados Unidos, não necessariamente na ilha, no ano de 1870, e que sua receita original continha apenas rye whiskey (uísque de centeio) e vermute. De lá para cá, sua fórmula foi bastante alterada.
Hoje, ao lado ou melhor, junto do rye ou do Canadian whisky e do vermute tinto, estão a Angostura e a cereja. Mesmo simples, a receita do Manhattan exige muito rigor de quem a prepara. Não se pode errar nas medidas, adverte Vanilza Antonia da Silva, barwoman do restaurante Tarsila, em São Paulo.
Deve-se conhecer, por exemplo, as complexas conseqüências da maior ou menor quantidade de cada ingrediente três, duas ou mesmo uma gota a mais de Angostura podem fazer uma amarga diferença. Pelo seu caráter seco, o Manhattan é considerado um aperitivo, ideal para ser servido antes das refeições. Uma dica: o segredo da preparação está na rapidez, evitando contaminar o drinque com água demais.
Crédito da foto: Southern Foodways Alliance
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3/4 de whiskey bourbon
1/4 de vermuth seco
5 gotas de angostura
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Misturar todos os ingredientes em taça de coquetel. Decorar com uma cereja no fundo da taça.
Elegante, sua origem não poderia ser outra senão a Paris dos anos 20. O autor da bebida foi o americano Peter Petiot, que comandava o balcão do Harrys New York Bar, que até hoje funciona no número 5 da Rue Doneau. Com a beberagem, Patiot atendeu a pedidos de compatriotas que visitavam a França e pretendiam levar para os Estados Unidos, então submetidos à Lei Seca, uma bebida cuja aparência e odor mascarasse o teor alcoólico e fosse, ao mesmo tempo, fácil de preparar.
Batizada inicialmente com o pouco sutil nome de Bucket of Blood (Balde de Sangue), apenas em 1934, quando passou a ser preparada também nos Estados Unidos, a mistura recebeu o nome atual, mais precisamente no bar do Hotel St. Regis Sheraton, na esquina da Rua 55 com a 5ª Avenida, em Nova York. O Sheraton propagandeia em seus cartões de endereço a paternidade do drinque. O nome americano, segundo a mais plausível das versões, seria uma referência a rainha Mary I, da Inglaterra, que, devido à implacável perseguição aos protestantes puritanos, no período da restauração do catolicismo apostólico romano, no século XVI, tornou-se conhecida pelo apelido de Bloody Mary ou Mary, a sanguinária, numa tradução livre.
crédito da foto: BitchBuzz
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1 dose de vodca
4 ou 5 doses de suco de tomate
1 pitada de sal para temperar
molho inglês
pimenta do reino
gotas de limão
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Misturar todos os ingredientes e despejar num copo tipo “Long Dring”. Decorar com uma fatia de limão.